Por que os Mórmons não Usam Cruzes?
fevereiro 10, 2013 por leonardo
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É perguntado aos Mórmons, com frequência, por que não usam cruzes já que se consideram cristãos. Os Mórmons não acham ofensivo que outros cristãos usem a cruz como um símbolo, mas eles escolheram não usá-la como seu próprio símbolo. Não são encontradas cruzes dentro dos edifícios da igreja Mórmon e os Mórmons não a usam consigo.
Os Mórmons acreditam que Jesus Cristo morreu por nós. No entanto, o que faz sua morte particularmente importante é o que aconteceu após sua morte. Aproximadamente todos que viveram na Terra morreram, mas Jesus foi o primeiro a ressuscitar. Sua ressurreição possibilitou que todos nós ressuscitássemos um dia também.
Os Mórmons sabem que Jesus Cristo ainda vive e assim focam no Cristo Vivo. É Sua existência contínua hoje e Seu impacto em nossa vida eterna que muda tudo. Nas capelas e templos Mórmons, você verá muitas pinturas de Jesus Cristo, tanto na mortalidade quando após sua ressurreição. Embora haja, por certo, pinturas Dele na cruz, elas são mais usadas por professores quando estão ensinando acerca da morte de Jesus Cristo.
Presidente Hinckley explicou: “No Calvário, ele era o Jesus morimbundo. Da tumba ele surgiu como o Cristo vivo. … uma vez que o Salvador vive, não usamos o símbolo de Sua morte como símbolo de nossa fé. Mas o que devemos usar? Nenhum símbolo, nenhum trabalho de arte, nenhuma forma de representação e adequada para expressar a glória e a maravilha do Cristo Vivo. Ele nos disse qual seria esse símbolo quando disse: ‘Se me amais, guardais meus mandamentos’ (João 14:15) (pp. 6, 7).
Mesmo que não acreditemos em usar a cruz como um símbolo de nossa Igreja, não criticamos outras pessoas por usar ou não usar a cruz em suas religiões. Temos que entender que a cruz é importante e sagrada para eles. De fato, a décima primeira Regra de Fé declara: “Pretendemos o privilégio de adorar a Deus Todo-Poderoso de acordo com os ditames de nossa própria consciência; e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio, deixando-os adorar como, onde ou o que desejarem”.
Focamos na grande expiação de nosso Salvador, seu sacrifício por nós que faz com que a vida eterna seja possível. Pensamos em sua vida e sacrifício todos os domingos durante o sacramento. Nossos testemunhos se tornam as coisas preciosas que portamos, junto com nossa obediência, para mostrar que somos verdadeiramente seguidores de Cristo” (Gordon B. Hinckley, O Símbolo de Cristo, New Era, abril de 1990).
Presidente Hinckley, que na época era um apóstolo Mórmon, seguiu esse comentário com uma explicação da importância da cruz na vida cristã, porque ela é, sem dúvidas, importante para nossa história eterna.
“Esta foi a cruz na qual ele foi pregado e morreu solitário no Golgota. Não podemos esquecer disso. Não devemos nunca esquecer, porque aqui nosso Salvador e Redentor, o Filho de Deus, doou a si mesmo como um sacrifício vicário para cada um de nós. Ele que havia falado de vida eterna, que havia levantado Lázaro dos mortos, agora havia morrido, tão certo quanto todos os homens antes dele haviam morrido”.
Os Mórmons são ensinados a estudar a vida de Jesus Cristo e a modelarem sua vida de acordo com a Dele. O Cristo Vivo oferece um modelo e nos relembra de que Deus nos ama e que tem um plano eterno para nós — planos que não terminam com a morte. Quando tentamos compreender a importância do impacto de Jesus Cristo em nossa vida, não conseguimos focar em apenas um momento. Sua obra em nosso favor começou antes de nascermos e continuará por toda a eternidade e cada um daqueles momentos são completamente importante para nós.
Jesus Cristo: Entendendo Sua Expiação
janeiro 7, 2013 por leonardo
Arquivado como Principios e Tópicos do Evangelho
Membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (geralmente chamada de Igreja Mórmon) têm a Expiação de Jesus Cristo como o evento mais sagrado que já aconteceu na história da Terra.
O conhecimento de duas grandes verdades é essencial para entender a Expiação de Jesus Cristo. É preciso observar que houve a queda de Adão; e que Jesus Cristo foi literalmente o filho de Deus, o Pai, no espírito e na carne. Devido a Seu grande amor por toda a humanidade, Ele faria algo por elas que não poderiam fazer por si mesmos. Ele viria para esta Terra para expiar pelas transgressões da humanidade e dar Sua vida livremente e então quebrar as ligaduras da morte através de Sua própria ressurreição.
A queda de Adão trouxe a morte temporal e espiritual ao mundo. A morte espiritual é a separação da presença do Senhor (2 Néfi 9:6) e a morte com relação às coisas da retidão, ou em outras palavras, as coisas do Espírito (Helamã 14:15-18). Morte temporal ou morte natural é a separação do corpo e do espírito. A expiação de Cristo venceu a morte física, possibilitando a todos, não importa se eles foram justos ou não, a ressurreição. A expiação de Cristo venceu a morte espiritual fornecendo um meio para que pudéssemos voltar novamente à presença de Deus, o Pai, após essa vida.
Jesus Cristo foi o filho literal e imortal de Deus, o Pai Santo dos céus, e, portanto, herdou a habilidade de não morrer. Com um corpo mortal que recebeu de sua mãe mortal, Maria, ele tinha a capacidade de morrer. Sua missão mortal neste mundo era nascer com essas características, mas crescer em sabedoria, obediência (Hebreus 5:8), e compreendendo de sua infância até fase adulta. Além disso, devido a Seu grande amor por todos, Ele pagou o preço de sofrer pelas transgressões de todas as pessoas nascidas nessa Terra e em outros mundos. Ele começou essa expiação quando foi para o Jardim do Getsêmane e a concluiu na cruz cruel do Calvário. (ver Marcos 14:32-34).
Ao sofrer a Expiação, devido a seu amor grande e perfeito por toda a humanidade, Ele experimentou voluntariamente todas as suas enfermidades mortais e todas as suas doenças. Esse sofrimento Lhe permitiria entender perfeitamente as emoções, sentimentos e comportamentos em todas as circunstâncias relacionadas a todas as transgressões e tipos de sofrimentos físicos que todos os mortais nessa Terra poderiam experimentar. Junto com Sua Expiação, aconteceu outro ato de amor, a morte voluntária. Como nasceu com a habilidade de viver para sempre e também o potencial de morrer, Ele só poderia morrer se desse Sua vida voluntariamente. Seu grande amor por todos foi o fator que O levou a concluir Seu sacrifício expiatório ou crucificação (na cruel cruz) e oferecer Sua vida por nós.
A morte voluntária foi necessária para o Salvador experimentar, para que pudesse, posteriormente, quebrar as ligaduras ou poder da morte sobre todas as pessoas que já viveram, vivem e viverão na família humana. Ele fez algo que somente Ele poderia fazer, tomar novamente seu corpo após sua morte e voltar a viver, como um ser imortal. Por intermédio de Sua ressurreição e ao se tornar as primícias de todos os mortos (1Coríntios 15:23), o Salvador abriu o caminho para que toda a raça humana pudesse ganhar Salvação e receber novamente seus corpos físicos e nunca mais morrer (tornando-se imortais).
Jesus Cristo agiu sob a direção do Pai e é o criador de um número infinito de mundos (ver Moisés 1:33). Por intermédio do poder da Sua expiação, os habitantes destes mundos podem se tornar filhos e filhas de Deus (Doutrina e Convênios 76:24). Isso significa que a expiação de Cristo foi infinita e se aplica a um número infinito de mundos.
No Livro de Mórmon, o profeta Amuleque prestou esse testemunho sobre a Expiação:
E agora, eis que eu próprio vos testifico que estas coisas são verdadeiras Eis que vos digo que sei que Cristo virá entre os filhos dos homens para tomar sobre si as transgressões de seu povo e que ele expiará os pecados do mundo; porque o Senhor Deus o disse.
Pois é necessário que haja uma expiação; porque, de acordo com o grande plano do Deus Eterno, deverá haver uma expiação; do contrário, toda a humanidade inevitavelmente perecerá; sim, todos são obstinados; sim, todos estão decaídos e perdidos e hão de perecer, a não ser que seja pela expiação que deve haver.
Porque é necessário que haja um grande e último sacrifício; sim, não um sacrifício de homem nem de animal nem de qualquer tipo de ave; pois não será um sacrifício humano; deverá, porém, ser um sacrifício infinito e eterno.
Ora, não há homem algum que possa sacrificar o seu sangue para expiar pecados de outrem. Ora, se um homem assassina, eis que a nossa lei, que é justa, tomará a vida de seu irmão? Digo-vos que não.
A lei, porém, requer a vida daquele que cometeu o assassinato; portanto, nada pode haver, a não ser uma expiação infinita, que seja suficiente para os pecados do mundo (Alma 34:8-12).
Testifico que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, que Sua Expiação é real e que por meio do milagre do perdão, Ele pode fazer com que nos tornemos limpos novamente.
Este artigo foi escrito por Mike, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
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Uma Experiência com o Livro de Mórmon
dezembro 22, 2012 por leonardo
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Quando criança, eu era muito tímida e tinha muito medo das pessoas. Ficava muito intimidada com as situações sociais, mesmo entre as pessoas que eu conhecia. Na maioria das situações sociais, eu ficava embaraçada e envergonhada por qualquer coisa que eu dizia ou fazia, então tentava esconder-me. Mas ao mesmo tempo, eu era naturalmente uma pessoa social e queria me envolver com as pessoas. Continuei tentando meios de ser aceita socialmente, de tornar-me mais atraente para as pessoas para que elas pudessem conhecer-me e estarem comigo. Mas parecia que tudo o que eu fazia, a batalha era impossível e que jamais “revelaria o segredo”.
Então, quando tinha 18 ou 19 anos, tendo aprendido o quão importante o Livro de Mórmon deveria ser e tendo aprendido, como membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (os Mórmons), que ele poderia me ajudar com qualquer coisa, não importando o que fosse, tomei uma decisão consciente de colocá-lo a prova, usando os sentimentos de solidão e inadequação social que me sobrecarregavam como alvo para ver se o problema realmente poderia ser resolvido através do estudo do Livro de Mórmon. Estava lendo o discurso do Rei Benjamin no livro de Mosias quando tive a ideia de tentar esquecer sobre mim mesma e pensar nos outros. Tendo vindo de uma cultura onde o interesse em outra pessoa é demonstrado através de fazer perguntas sobre os interesses dessas pessoas, pensei que a melhor maneira de aplicar o discurso do Rei Benjamin seria fazer às pessoas a maior quantidade de perguntas possíveis sobre elas ou o que estavam fazendo, quando estivesse em situações sociais. Esse era um meio para eu esquecer de mim mesmo e de minha própria insegurança. Isso funcionou; funcionou tão bem que socialmente e academicamente tenho sido reconhecida pelas qualidades de minhas perguntas. Mas, o mais importante para mim, minha técnica de fazer perguntas era algo que eu podia me apegar naqueles momentos de paralisia social, quando sentia que não havia esperança e que não poderia dizer nada de valor ou conseguir que alguém gostasse de mim. Eu não tentei ser especialmente caridosa ou evitar ser egoísta, enquanto tentava freneticamente pensar em qualquer pergunta que eu pudesse. Fique muito aliviada ao perceber que estava sendo ouvida e compreendida, ao descobrir que ninguém pensava que eu era uma estúpida por fazer minhas perguntas, ao descobrir que as perguntas vinham naturalmente e que, cada vez mais, aquele interesse natural nas pessoas estava realmente se tornando realidade. Agora, aquele período de tempo em que pensei que essa barreira específica parecia invencível, parece que foi há tanto tempo e tão distante de quem sou agora que é difícil de acreditar que já me senti daquele jeito.
Artigo escrito por Anne-Marie Waddell
Anne-Marie se graduou bacharel em Literatura e Linguística Inglesa na BYU; recebeu seu mestrado em Comunicações Interculturais na Universidade de Utah e o doutorado em direito no Centro de Direito da Universidade Georgetown, em Washington DC. Ela nasceu em Utah e viajou extensivamente, viveu em Buenos Aires, Argentina, Paris, França, e Bruxelas, na Bélgica. Atualmente ela mora em Alexandria, Virginia e fala um pouco de espanhol e é fluente em francês.
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Assuntos SUD: Por que Orar?
dezembro 22, 2012 por leonardo
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Em uma dia de primavera em 1820, um jovem de quatorze anos chamado José Smith foi para um bosque orar. Ele estava confuso sobre os ensinamentos de várias religiões e queria saber a qual delas se unir. Ele disse que esta foi a primeira vez que havia tentado orar em voz alta. Tudo o que queria era um pouco de orientação e direção. Em resposta a sua oração, ele viu Deus, o Pai, e Jesus Cristo. Esta simples busca da verdade e sua visão milagrosa levaram ao estabelecimento de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mais comumente conhecida como Igreja SUD ou Igreja Mórmon).
Ninguém, nem mesmo o jovem José Smith, poderia ter previsto tal evento. Muitas pessoas têm orado por mais e recebido menos. Muitas pessoas têm orado pedindo por um sinal, alguma prova da existência da deidade e levantaram-se de seus joelhos desapontados. Aparições divinas e ministrações celestiais parecem ser exceções e não regras. Mesmo assim, muitas pessoas falam contra Deus, dizendo que se Ele quisesse que o povo acreditasse, Ele forneceria provas de si mesmo. Estas afirmações, entretanto, ignoram o modo de como nosso Pai Celestial geralmente se comunica conosco.
Antes de falar como as orações são respondidas, é importante, primeiro, falar sobre como devemos orar. Em Anne de Green Gables, Anne expressa que “se [ela] realmente quer orar… [ela] iria para um campo onde possa ficar sozinha ou em bosques densos e [olharia] para o céu… e então SENTIRIA a oração”. Esta é uma grande atitude em relação à oração na qual ela reconhece a natureza sagrada dela e encontra um lugar para refletir. A única coisa que ela acaba errando, entretanto, é que ela apenas sente a oração. Isso não é incomum no cristianismo e, certamente, Deus ouve as orações de nosso coração, mas isso não apaga a necessidade de uma oração em voz alta.
Deus é Nosso Pai. E como tal, Ele quer que falemos com Ele. Ele quer ouvir nossos pensamentos e preocupações, nossas esperanças e gratidões, assim como quer entender nossos sentimentos e os desejos mais ocultos de nossos corações. Orar em voz alta nos conecta com nosso Pai Celestial de um modo diferente do que qualquer outro. Se Daniel acreditasse que uma oração em seu coração fosse o suficiente, ele nunca teria sido jogado na cova dos leões.
As respostas para orações que estão buscando orientação divina podem vir de várias formas diferentes. Deus conhece Seus filhos e sabe como responder suas orações. Os missionários Mórmons ensinam que as pessoas podem saber por si mesmas se o ensinamento da Igreja de Jesus Cristo é verdadeiro. Eles citam um versículo do Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo:
“E quando receberdes estas coisas, eu vos exorto a perguntardes a Deus, o Pai Eterno, em nome de Cristo, se estas coisas não são verdadeiras; e se perguntardes com um coração sincero e com real intenção, tendo fé em Cristo, ele vos manifestará a verdade delas pelo poder do Espírito Santo. E pelo poder do Espírito Santo podeis saber a verdade de todas as coisas” (Morôni 10:4–5).
O Espírito Santo fala ao nosso coração e a nossa mente. Ele tem sido descrito como que acompanhado de alegria (atos 13:52), paz (Romanos 14:17) e esperança (Romanos 15:13). Embora estas sejam as descrições bíblicas designadas, não é sábio limitar as respostas divinas a apenas estes sentimentos. À medida que desenvolvemos um relacionamento com o Pai Celestial, é possível ficar mais acostumado com os sentimentos que acompanham a comunicação divina. Deve-se observar que, embora o Senhor possa fazer com que trovões estrondosos soem e que caiam relâmpagos, Ele normalmente fala a nosso coração, deixando-nos sentir o que é certo dentro de nós mesmos.
Orar e receber respostas para orações é um princípio central da Igreja Mórmon. Os líderes sempre nos aconselham a orar. O Presidente da Igreja, que também é considerado o profeta, Thomas S. Monson, disse:
“Testifico que muito dessa alegria vem quando reconhecemos que podemos nos comunicar com nosso Pai Celestial por meio de oração e que essas orações serão ouvidas e respondidas — talvez não como e quando esperamos, mas elas serão respondidas por um Pai Celestial que nos conhece e nos ama perfeitamente, e que deseja nossa felicidade.”
Deus é verdadeiramente nosso Pai Celestial. Ele realmente ouve e atende a todas as orações. Ele quer que Seus filhos saibam qual caminho devem seguir. Ele não quer que fiquem vagando perdidos em caminhos estranhos. Tudo o que quer é fornecer meios para que possamos nos aproximar Dele ao procurarmos com fé.
Este artigo foi escrito por Timothy Hewitt, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
Timothy Hewitt atualmente mora em Pittisburgh e trabalha como escritor / editor freelance. Os principais interesses de sua pesquisa se baseiam em idioma, particularmente o grego e o inglês antigo.
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Evolução de uma Crença
dezembro 6, 2012 por leonardo
Arquivado como Histórias de Conversão
Todos acreditam em alguma coisa. As crenças podem ser complexas, como confiar nos princípios das teorias das cordas, ou simples, como saber que o sol surgirá na manhã do dia seguinte.
Em sua essência, todas as crenças funcionam do mesmo modo – elas fornecem uma base de verdade para nossas vidas: Uma parede resistente onde podemos encostar antes de nos aventurar no desconhecido. Crença, ou fé, se torna um ponto de partida do qual podemos levar nossas vidas adiante.
Quando era criança, minhas crenças, assim como a da maioria das crianças, eram simples. Eu acreditava que minha mãe sabia tudo e que meu pai era a pessoa mais forte no mundo. Meus pais me ensinaram a acreditar em certo e errado e a pedir desculpas quando cometia erros e a não bater no Tommy mesmo quando ele roubava meu brinquedo favorito. Eles também me levavam para a Igreja com eles todos os domingos, mas a igreja não significava crença para mim. A Igreja era apenas roupas desconfortáveis, sentar quieto, ficar calado e ouvir pessoas que eu nem conhecia falar por um longo tempo.
À medida que crescia, minhas crenças também cresciam. Comecei a acreditar na ciência, matemática e história – que a Terra era redonda, que 2+2=4 e que Cristóvão Colombo descobriu a América. Acredito em ter bons amigos, assistir a bons filmes e praticar esportes divertidos, em refrigerante, em carros velozes e em ir à praia.
Meu entendimento sobre o significado da igreja começou a mudar também. Não era mais apenas um lugar para ficar arrumadinho e ficar quieto, a Igreja se tornou uma fonte de regras e regulamentações. Faça isso, não faça aquilo. Batizar-se, tomar o sacramento, servir ao próximo, não falar palavrões, não usar drogas, não manter relação sexual fora do casamento. Após ter todas estas coisas ponderadas em minha mente por um tempo, acreditei que eram verdadeiras. Ou, pelo menos, que eu deveria tentar obedecer ao que estava sendo ensinado.
Mas um dia, descobri um problema. Não me lembro quando este dia aconteceu – Eu devia ter uns 2 anos – mas sei que aconteceu porque seu poder jamais me deixou. Este é o problema: a vida é difícil. Esta percepção chocou-me profundamente e tem-no feito desde então. Todas as vezes que as pessoas pegavam no meu pé na escola, quando era tratado injustamente ou quando não conseguia a nota, posição ou elogio que queria, pensava sobre este problema. Quando perdi meus avós, passei por um acidente onde quase perdi a vida e ajudei um amigo a lidar com abusos na infância, confrontei estes dilemas. Porque coisas ruins acontecem a pessoas boas? Por que há tanto sofrimento sem sentido? Como pode o Deus sobre quem cresci aprendendo na escola dominical permitir que o mundo seja tão cheio de maldade, ódio e morte, tão repleto com dificuldades, tragédias e perdas? Assim como muitas pessoas, passei a maior parte do meu tempo tentando encontrar e criar o bem. Então por que sou confrontado a todos os momentos por tanta maldade? Por que continuo falhando em meus esforços de vencer minhas fraquezas e problemas? Por que a vida é tão difícil e tão injusta?
Penso que a maioria de nós é confrontado, em algum ponto, com esta percepção. Muitos de nós não temos nenhum lugar em nossa estrutura religiosa, dentro de nossas crenças, para onde podemos nos voltar. A teoria das cordas não tem a resposta e o sol brilhando em um novo dia não significa que o dia será livre de sofrimento.
Para mim, as respostas têm que vir de uma fonte incomum. Passei todos estes anos na Igreja, sentado quieto, ouvindo a pessoas estranhas e tentando seguir as regras. Mas a razão real pela qual estava lá, o propósito principal da igreja existir, era aprender a confiar em Deus e em Seu Filho, Jesus Cristo.
Deus é quem criou este mundo, tão cheio de problemas e caos. É ele também quem proveu um Salvador para nos salvar deste mundo: redimir-nos e nos dar esperança.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
Acredito que Jesus Cristo é nosso maior amigo, aliado e protetor. Ele conhece a cada um de nós e nos ama pessoalmente e quer o que é melhor para nós. Ele pode nos redimir de todos os nossos sofrimentos e dificuldades que recaem sobre nós e Ele redimirá, se O deixarmos.
Não tenho todas as respostas, mas sei que Cristo é a fonte de toda a cura, paz e conforto neste mundo. E por isso nunca vou me desculpar.
Artigo escrito por Chris Robinson
Nascido na Califórnia, Chris Robinson voltou recentemente de uma missão Mórmon que cumpriu na Coréia do Sul e atualmente está se graduando em inglês na BYU.
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Doutrina Mórmon: Aluna da BYU Reflete sobre Avançar com Fé
novembro 30, 2012 por leonardo
Arquivado como Ensinamentos da Igreja
Sou aluna da Universidade Brigham Young e membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de “Igreja Mórmon” por amigos de outras religiões) matriculada em uma classe de estudo das escrituras onde estudamos o Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo, que é o registro de uma família que deixou Jerusalém 600 a.C. e foi guiada para a Terra da Promissão, local que conhecemos atualmente como Continente Americano. Devido às ameaças recebidas, o Senhor ordenou a Leí, o primeiro profeta do Livro de Mórmon e contemporâneo de Jeremias, que pegasse sua família e partisse para o deserto. Entretanto, eles não podiam ir para a nova terra sem levar consigo as escrituras e os registros de seus familiares, que continham a linhagem de Leí e o material da Bíblia com o que havia sido escrito até a época. Eles tiveram que recuperá-la da pessoa que possuía as placas conhecidas como Placas de Platão, e que já havia tentado matar os filhos de Leí duas vezes. Mas o filho mais novo de Leí, Néfi, sabia que o Senhor não lhes pediria algo sem antes preparar o caminho para que eles pudessem cumprir o que foi exigido, portanto, ele insistiu que não deveriam deixar Jerusalém sem antes obter os registros.
Ele foi e tentou novamente. Este é o ponto que tem um poderoso impacto sobre mim. Em 1 Néfi 4:6-7, podemos ler sobre sua atitude: “E fui conduzido pelo Espírito, não sabendo de antemão o que deveria fazer. Não obstante, segui em frente.”
Quantas vezes estive incerta sobre qual caminho devia seguir em minha vida? Esta escritura mostra um exemplo de como não saberemos sempre o que o futuro nos espera, mas ainda assim devemos fazer o que é certo e confiar no Senhor. Ele sabe o que acontecerá, mas, algumas vezes, é para o nosso próprio bem não saber todas as coisas.
Recentemente, coisas que eu não posso explicar têm acontecido comigo. Nunca perco coisas, mas nas últimas semanas tenho estado muito inquieta. Sou uma aluna internacional, portanto, uma semana antes de vir para os Estados Unidos estava procurando meu I-20, um formulário enviado pela universidade que certifica que sou, de fato, aluna da instituição e que é exigido pela alfândega para entrar nos Estados Unidos. Não conseguia encontrá-lo em lugar nenhum. Sempre pensei que estava na minha escrivaninha, mas não estava. Liguei para meu amigo para verificar se não havia deixado na casa dele. Não havia. Entrei em contato com o Escritório Internacional e eles enviaram-me um novo formulário, mas não tinham certeza se eu o receberia a tempo.
Na manhã que tinha que partir às 11 horas da manhã, liguei para os correios às 9 horas da manhã e perguntei se poderia pegar o formulário lá com eles. Eles me disseram que o mais rápido que conseguiriam entregar o formulário seria em uma hora ou uma hora e meia, O que seria muito tarde. No entanto, eu havia orado toda a semana acreditando que o Pai Celestial poderia me ajudar. Ele poderia fazer as coisas do modo que eu jamais saberia, portanto Ele poderia me ajudar a chegar com sucesso na escola. Quanto estava terminando minha ligação com a mulher dos correios, peguei um livreto na minha mesa e voalà! Meu I-20 estava dentro.
Não soube na época porque isso tinha acontecido comigo, mas agora sei. Alguns podem pensar que eu estava sendo desatenta, mas sei que foi uma experiência que o Pai Celestial colocou em meu caminho para encorajar-me a confiar mais Nele. Não serei capaz de passar por essa vida sem o apoio e conhecimento Dele e experiências como estas estão me preparando para algo maior do que eu jamais imaginei. Posso até demorar a entender, mas se continuar vivendo de acordo com o que o Senhor espera de mim, sei que serei capaz de sentir o Espírito, assim como Néfi e seguir minha vida “sem saber de antemão o que devo fazer”. No entanto, seguirei adiante e colocarei minha confiança no Senhor e sei que Ele proverá um caminho. Sei que o Pai Celestial ama cada um de nós. Ele o ama. Ele o conhece por nome e quer a sua felicidade. Deus enviou seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, para salvar o mundo de seus pecados e preparou um meio para que possamos nos tornar perfeitos. É por isso que temos desafios em nossa vida, por isso que, às vezes, penso que meu mundo está desmoronando, mas, com o evangelho, sei que não importa o que acontecer, o Salvador estará ao meu lado em cada passo que der nesse caminho.
Este artigo foi escrito por Kristine S., aluna na Universidade Brigham Young e membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
Recursos Adicionais:
O Senhor Jesus Cristo no Mormonismo
O Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo
Acesse um dos sites oficiais de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
Viver a Religião Mórmon Traz-me Felicidade
novembro 3, 2012 por leonardo
Arquivado como Práticas da Igreja
Por Doris
As pessoas que estão aprendendo sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (que é mais conhecida como “Igreja Mórmon”) frequentemente ficam surpresos pelo alto padrão moral que é esperado que seus membros da vivam. Sua reação instintiva é “Por que alguém ia querer viver a religião Mórmon e deixar de lado todas estas coisas?” ou “Como é possível ter qualquer tipo de diversão vivendo desse modo?”
Como exemplo, visitei alguns amigos na Alemanha. Eles tinham um amigo que é professor de inglês no ensino médio e eles pensaram que uma visita minha e da minha irmã à sua classe para discutir coisas em inglês seria uma ótima prática para eles. Minha irmã e eu fomos de bom grado. Eles também discutem religião nesta classe e quando nos perguntaram sobre nossa religião, lhes contamos algumas coisas que nos faziam ser diferentes de outras pessoas: não bebemos chá, café ou bebidas alcoólicas; não temos relações sexuais antes do casamento e não fumamos. Um dos alunos da escola, com expressão de choque em sua voz, disse: “O que vocês bebem?” (Álcool, café e chá são as principais bebidas de aproximadamente qualquer alemão e da maioria dos europeus). O olhar nos rostos dos alunos estava claramente perguntando: “O que vocês fazem se não podem fazer nenhuma destas coisas?”
Cresci em uma pequena cidade em Oregon. Não havia muito o que fazer em relação a atividades culturais e viver a religião Mórmon realmente fazia com que fosse diferente. Embora não haja fim para as belas atividades externas na área, a maioria dos adolescentes e jovens adultos escolhiam participar de atividades com muita bebida alcoólica ou com uso de drogas, ao invés de usar seu tempo de modo produtivo. Enquanto crescia, nunca tive qualquer desejo de participar destas coisas — literalmente nenhum desejo. Tive ótimos amigos que, embora não fossem da minha religião, tinham fortes valores morais. Eles sabiam o que eu faria e o que não faria. Embora alguns deles tenham escolhido participar daquelas atividades, eles nunca me incomodaram com convites, porque sabiam que minha resposta seria não. Querem saber se eu sinto que perdi alguma coisa? Absolutamente não. Ouvir histórias do que as pessoas fizeram no fim de semana sob influência de alguma substância ou outra, fazem-me entender porque somos aconselhados a não fazer uso destas coisas em minha religião. Não era para privar-me da diversão; era para me manter em segurança.
Tenho atualmente quase 30 anos. Nunca fiz uso de bebida alcoólica; nunca fiz uso de drogas ilegais ou abusei de medicamentos. Jamais fumei um cigarro. Este comportamento faz com que seja, automaticamente, mais saudável que uma pessoa que faz uso destas substâncias. Ele também me protege contra os vícios que meu corpo possa estar propenso a ceder. Nunca coloquei a vida de ninguém em perigo por dirigir sob efeito de qualquer substância entorpecente. Não perco dinheiro e nem desgasto minha saúde sendo uma escrava destas coisas. Não sofro os efeitos doentios da ressaca e ainda assim divirto-me muito com amigos e familiares sem ter que fazer uso destas coisas. Viver a religião Mórmon significa que meus relacionamentos são construidos sobre fundações mais fortes do que aqueles de festinhas.
Sou casada com um homem maravilhoso que me faz muito feliz e ambos esperamos até estarmos casados para termos intimidades. Sinto que isto faz com que nosso relacionamento seja muito mais forte. Existem tantas coisas que nunca precisamos nos preocupar: gravidez antes do casamento, doenças sexualmente transmissíveis, infidelidade e muitos esforços emocionais.
Ao viver a religião Mórmon e seus padrões, tenho visto as bênçãos que vem da obediência aos mandamentos de Deus. Aprendi com experiências pessoas, bem como observando outras pessoas, que estes mandamentos existem para nos proteger de perigos espirituais, físicos e emocionais. Sou muito mais feliz por viver padrões morais elevados do que seria sem eles.
Viver a religião Mórmon em sua plenitude é muito mais do que apenas evitar drogas, álcool e sexo antes do casamento. É literalmente modelar sua vida de acordo com o exemplo que Jesus Cristo no deixou. É um modo de vida, não apenas uma reunião para frequentar aos domingos. Os Mórmons acreditam que nossa existência nessa Terra é um período para nos prepararmos para viver com Deus novamente. Deus não pode encarar o pecado com o mínimo grau de tolerância, portanto, se queremos viver com Ele novamente, precisamos ser perfeitos. Isso obviamente não é uma meta que podemos atingir nessa vida; cada um de nós é imperfeito e cometeremos erros, frequentemente os mesmos erros mais de uma vez. Entretanto, através do sacrifício purificador da expiação de Jesus Cristo, podemos nos arrepender destes pecados e sermos perdoados. Podemos aprender com nossas experiências e erros e determinarmos ser melhores no futuro.
Tenho encontrado grande alegria por viver a religião Mórmon. Há muita satisfação em minha vida por prestar serviço abnegado a outras pessoas. Embora ainda tenha muito que aprender nesta área, reconheço a verdade que repousa por trás do principio da caridade, que é o puro amor de Cristo. Quanto mais me aproximar destas características agora, melhor será no futuro e serei mais feliz.
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Testemunho do Livro de Mórmon
outubro 26, 2012 por leonardo
Arquivado como Missionários Mórmons
Meu Testemunho do Livro de Mórmon
Olá Pessoal-
Meu nome é Élder David Stevens. Sirvo atualmente como missionário de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon. Gostaria de aproveitar esta oportunidade de compartilhar o meu testemunho com todos vocês da veracidade do Livro de Mórmon.
Sou membro da Igreja desde que nasci. Ia para a Igreja todos os domingos, participava das atividades e lia as doutrinas da Igreja, mas foi na minha missão, quando me afastei de todas as pessoas e coisas que apoiavam meu testemunho quando criança, que verdadeiramente encontrei o MEU testemunho.
Durante toda minha vida ouvia os testemunhos das pessoas, dizendo que haviam lido o Livro de Mórmon, orado a respeito e então tinham uma experiência quer era um testemunho da veracidade do Livro de Mórmon. A princípio pensei que seria assim para mim também. Bem, não posso dizer que comigo foi assim… Minha história é mais ou menos assim:
Comecei novamente a ler o Livro de Mórmon na minha primeira semana no Centro de Treinamento Missionário (CTM) em Provo, Utah, com a meta de ler todo o livro antes de sair de lá para Samoa. Não consegui cumprir minha meta, mas fui diligente e li todos os dias até terminar de lê-lo. Descobri que me perder na leitura facilitava a superação dos momentos em que sentia saudades de casa. Quando terminei de ler o Livro de Mórmon, já sabia que a próxima coisa que deveria fazer era perguntar “a Deus, o Pai Eterno, em nome de Cristo, se estas coisas são verdadeiras” (ver Morôni 10:3-5). Eu sabia que tinha que Lhe dar a oportunidade e revelar a verdade para mim. Sentei-me com os pensamentos de coisas que havia lido no livro passando em minha mente, tentando decidir qual testemunho deveria buscar para minha vida naquela época. Mais tarde naquela noite, esperei meu companheiro ir dormir (para que pudesse orar em particular) e me ajoelhei ao lado da minha cama e abri meu coração para meu Pai Celestial.
Eu não recebi uma resposta direta para minha oração, mas recebi uma resposta. Após terminar de ler o Livro de Mórmon, comecei a ler outros livros da Igreja e senti que estava faltando alguma coisa em minha vida na época que eu não conseguia descobrir o que era, até que uma noite senti muita saudade de casa. Abri as páginas do Livro de Mórmon, lendo e relendo escrituras que me lembravam que sou um filho de Deus e que Ele ama a todos nós e nos ajudará a passar por qualquer coisa se O deixamos ajudar. Lembro-me de sentir tão confortado e aquecido dentro de mim que eu verdadeiramente me enchi de paz e senti, por um momento, como seu meu Pai Celestial estivesse me dando o abraço espiritual que tanto necessitava.
Na manhã seguinte, durante meu estudo pessoal, estava lendo a introdução do Livro de Mórmon e me deparei com a citação de José Smith que diz: “O Livro de Mórmon era o mais correto de todos os livros da Terra… e que
seguindo seus preceitos o homem se aproximaria mais de Deus do que seguindo os de qualquer outro livro” (Introdução do Livro de Mórmon). Soube naquele instante que aquilo era o que havia experimentado na noite anterior. Havia encontrado a resposta para minhas orações através da pura paz e amor de Deus e não há como negar. Qualquer época que não leio, por qualquer motivo que seja, sinto um aperto no coração. E todas as vezes que leio ou compartilho meu testemunho sobre ele, meu coração queima e sinto como se fosse explodir!
Sei e presto testemunho a todos vocês da veracidade do Livro de Mórmon. Ele é a palavra de Deus e foi preparado para nossos dias. Ele contém a plenitude do evangelho e a promessa de vida Eterna, se apenas vivermos os mandamentos de Deus. Sei que qualquer pessoa que ler este livro com um coração e mente abertos, procurando conhecer a verdade, eles receberão a resposta. Posso prometer que milagres ainda acontecem em todos os lugares, todos os dias! E, acima de tudo, prometo que temos um Pai Celestial que ama a cada um de nós e espera que voltemos a Sua presença e recebamos a vida eterna. Sei que Ele deu Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo, para tomar sobre si os pecados do mundo, para que pudéssemos ser limpos para vier na presença de Deus novamente. Sei que esta Igreja é a única igreja verdadeira nesta Terra atualmente e que profetas ainda nos guiam nestes últimos dias. Eu, como missionário de Sua igreja, os convido a ler o Livro de Mórmon e a orar para nosso Pai Celestial para que também recebam a plenitude e as bênçãos de Seu evangelho restaurado. Que Deus possa abençoa-los ao buscarem pela verdade.
Em nome de Seu amado Filho, Jesus Cristo, Amém.
Élder David S. Stevens
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Leia o site oficial de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
Regras Mórmon: Espiritualidade
outubro 23, 2012 por leonardo
Arquivado como Ensinamentos da Igreja
Os mandamentos dados sobre assuntos espirituais são importantes. De fato, todos os mandamentos são espirituais, de um modo ou de outro, mas alguns são especificamente espirituais. Seguir esses mandamentos, ou regras Mórmons, traz felicidade para aqueles que obedecem fielmente.
O propósito de Deus ao nos criar era de “levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem” (Moisés 1:39). As escrituras nos dizem que a única maneira de viver com Deus novamente é seguindo Seus mandamentos. Jesus Cristo, o Filho literal de Deus e o Salvador do mundo, expiou pelos pecados do mundo. Ele também venceu as ligaduras da morte quando se levantou dos mortos. Ele fez com que fosse possível nos arrepender de nossos pecados e erros. Apenas através do poder da graça da expiação podemos ter esperança de voltar a viver com Deus.
Para morar com Deus, temos que ser capazes de viver do modo que Deus vive: Perfeito. Como somos todos seres imperfeitos, isso é algo impossível para nós nesse momento. Os mandamentos são as leis de Deus. Se não conseguirmos obedecer estas leis, não poderemos viver com Ele novamente. Essa vida é o tempo para se preparar para viver com Deus novamente, aprendendo a seguir os Seus mandamentos (ver Alma 34:32). Podemos e iremos cometer erros (embora devemos evitá-los), mas precisamos nos arrepender através do poder da expiação. Eventualmente, se formos fiéis e perseverarmos até o fim, aprenderemos a guardar suas leis perfeitamente e seremos limpos através da expiação de Jesus Cristo, podendo finalmente viver com Deus novamente.
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outubro 19, 2012 por leonardo
Arquivado como Histórias de Conversão
Por Doris
Jeremiah Morgan foi criado por uma mãe solteira amorosa, na Igreja Reorganizada de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (RSUD). Esse grupo dissentiu de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de Igreja Mórmon) em 1860, após muitos Santos cruzarem as planícies em direção ao oeste, para o Vale do Lago Salgado. Atualmente é conhecida como a Comunidade de Cristo.
A mãe de Jeremiah era muito devota e lhe ensinou que José Smith era um profeta e que o Livro de Mórmon era uma escritura inspirada. Ela lia o Livro de Mórmon para Jeremiah todas as manhãs e quando ele estava no Ensino Médio, ela o levou (embora ele estivesse relutante) para um tour sobre a História da Igreja, onde entraram no Bosque Sagrado (o local onde José Smith teve a Primeira Visão). Neste lugar ele teve uma experiência espiritual que lhe testificou a realidade, que José Smith era verdadeiramente um profeta.
A mãe de Jeremiah Morgan é descendente de um converso batizado por Oliver Cowdery em 1831 em Lexington, Missouri, Francis Case. Case e sua esposa, Mary Ann, se mudaram várias vezes com os Santos, quando foram expulsos de um estado para o outro. Entretanto, por razões que ainda não estão claras, os Cases não viajaram para o oeste com o restante dos Santos e posteriormente se tornaram parte da Igreja RSUD.
Após a experiência de Jeremiah no Bosque Sagrado, ele começou a ficar ciente das mudanças dentro da comunidade RSUD. Doutrinas foram mudadas e ele sentiu que os líderes da Igreja estavam começando a negar o Livro de Mórmon como escritura revelada, bem como se afastando das verdades restauradas através da Primeira Visão de José Smith, incluindo que Deus, o Pai e Jesus Cristo, eram seres separados e distintos, com corpos de carne e ossos.
Essas mudanças perturbaram Jeremiah porque ele sentiu que já tinha aprendido por si mesmo as verdades sobre estas coisas. Ele começou a frequentar ambas reuniões, tanto da RSUD quando da Igreja Santo dos Últimos Dias (Mórmon) todos os domingos. “Pela manhã eu ia para minha reunião na Igreja RSUD e então, à tarde, ia à [A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias] e sentava no fundo. Vi, de cara, que havia uma grande diferença. Não foi necessário muito tempo até eu perceber isso”, disse Jeremiah.
Embora tenha saído com uma moça Santo dos Últimos Dias (Mórmon) algumas vezes no ensino médio, ele nunca lhe contou (ou a qualquer pessoa que seja) sobre seu interesse na Igreja Santo dos Últimos Dias. “Não queria que ninguém me influenciasse ou tentasse me convencer”, disse.
Após minuciosa pesquisa em ambas as igrejas, Jeremiah tomou sua decisão de ser batizado n’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. “Disse primeiro à minha mãe que iria me filiar à Igreja Santo dos Últimos Dias e ela não me disse uma palavra. Ela foi direto para o telefone e disse a todos os meus parentes que eles podiam começar a trabalhar comigo”, disse Jeremiah. Amigos e familiares tentaram desencorajar Jeremiah, dando-lhe várias literaturas anti-Mórmon e sua mãe se recusou a deixá-lo batizar antes dos 18 anos. “Sou do tipo de pessoa que, quando sabe, não volta atrás.” disse Jeremiah, e ele tinha seu testemunho.
Jeremiah decidiu enviar seus papéis para servir como missionário da igreja Santo dos Últimos Dias (Mórmon) e sua mãe também ficou muito chateada com isso, mas ele lhe escreveu fielmente todas as semanas e, ao compartilhar com ela histórias e experiências (que ela compartilhava com os amigos), ela veio a aceitar sua conversão. Algumas de suas amigas até mesmo disseram: “Não nos importaríamos que nossos filhos se unissem à Igreja Santo dos Últimos Dias, se fizessem a mesma coisa.”
Embora a mãe de Jeremiah não tenha se unido à Igreja SUD, ele percebeu que as mudanças na Igreja RSUD continuaram lentamente. Ele comparou as mudanças com o sapo que fica na água enquanto esta é aquecida gradualmente, até que ele é cozido vivo. Ela mudou seu ponto de vida sobre Deus para se adaptar àquele descrito no Credo Niceno, já que a Igreja RSUD mudou seu ponto de vista sobre o assunto. Ela também não percebeu o lento abandono do Livro de Mórmon por parte da Igreja RSUD.
Para Jeremiah, o que ele chama de apostasia RSUD, é o exemplo chave do que acontece sem um profeta vivo. “Eles tinham a verdade e muitos dos seus primeiros líderes eram portadores do sacerdócio. Olha o que acontece em 160, 170 anos. Olha o que acontece com uma igreja sem um profeta vivo. Eles divergem do evangelho pouco a pouco. Se estiver no caminho com eles, você não percebe essas mudanças. Não fica evidente para você.”
“Eu amo minha herança da restauração”, disse Jeremiah, “e amo os ramos da restauração. Existem pessoas realmente boas lá tentando fazer coisas grandiosas. Mas quando se recebe toda a verdade, como finalmente aconteceu comigo, para onde você vai dali? Você não sai do lugar. Esta é a Igreja de Jesus Cristo, não há dúvidas sobre isso. Fiquei grato por estar em uma posição que algo podia abrir minha mente e coração de que havia algo mais do que eu havia aprendido até aquele momento.”
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